Hotel Ruine mit Blick auf Sete Ciades?

alles rund um die Insel Sao Miguel.
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hjh
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Schandfleck am Vista do Rei (Königsblick)

Beitrag von hjh » 27.10.2011, 07:29

Am 15. August dieses Jahres habe ich wegen des Hotels auf Portugiesisch an die Regierung geschrieben:

Sehr geehrter Herr Regionalsekretär für Wissenschaft, Technologie und Anlagen,
ich habe gehört, dass Sie in Verhandlungen zum Ankauf des leerstehenden Hotels "Monte Palace" am "Vista do Rei" stehen. Ich freue mich, wenn dieser Schandfleck endlich beseitigt wird.
Alle Touristen besuchen diesen außergewöhnlich schönen Aussichtspunkt. Und alle sehen, dass hier manches im argen liegt. Deshalb freut es mich auch, dass Sie nun eine grundsätzliche Neuplanung des Geländes vornehmen. Ähnlich wie in Capelinhos könnte hier ein geologisch-vulkanologisches Museum entstehen. Natürlich gehören zur Planung auch ein Aussichtscafé mit Terrasse, eine öffentliche Toilettenanlage und ein Parkplatz für Busse und PKW.
Haben Sie diese Arbeiten schon im Haushalt für 2012 vorgesehen?
Mit freundlichen Grüßen
Hermann-J. Hucke

Natürlich habe ich keine Antwort erhalten.

Simon77
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Beitrag von Simon77 » 11.11.2011, 08:20

Ich glaube kaum, dass da auch nur ein einziger Cent investiert wird. Ein Rück- oder Umbau würde mindestens 2 Mio. Euro kosten. Die Azoren bzw. Portugal sind doch pleite. Alles Geld würde von der EU kommen, und vor allem muss das erst einmal beantragt und begründet werden. Wieso sollte man zweimal in denselben Hundehaufen treten? Wenn man mit einem Hotel schon scheitert, wieso sollte dann ein Museum erfolgreich sein?

Ich finde das "Geisterhotel" ist doch ne super Attraktion. :)

XT600
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Re: Hotel Ruine mit Blick auf Sete Ciades?

Beitrag von XT600 » 31.01.2012, 23:18

hier ist noch so eine Ruine, öffentliches Schwimmbad von Areeiro, Lisboa....

http://empreendokupa.org/site/espacos/l ... o-areeiro/

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hjh
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Re: Hotel Ruine mit Blick auf Sete Ciades?

Beitrag von hjh » 14.03.2012, 15:42

Wenn man die Anzahl der Beiträge zum Thema "Hotelruine am Vista do Rei" sieht, so beweist dies, dass das Thema doch sehr viele Ausländer bewegt, Touristen wie Residenten. Der schönste und bekannteste Aussichtspunkt zugleich mit der häßlichsten Hotelruine der Azoren! Nur die Azorenregierung scheint dies kalt zu lassen. Sie schweigt und hat sie wohl vergessen. Abgesehen davon, dass im vergangenen Jahr die Polizei darin einmal "Räuber und Gendarm" übte. Nun hat die Bank BANIF, wie Roman Martin schreibt, dias Hotel gepfändet. Doch was will sie damit?
Nun sind die Azoren ja wirklich Europameister im Anzapfen von EU-Wohltätigkeitstöpfen. Gibt es denn wirklich noch keinen für Hotelruinen?
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Roman
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Re: Hotel Ruine mit Blick auf Sete Ciades?

Beitrag von Roman » 14.03.2012, 16:36

Was sie damit will ? Vermutlich ihr Geld zurück, dass SIRAM, der vormalige Besitzer des Ruinenbaus, noch schuldig ist. Die Sache ist doch augenscheinlich: BANIF gibt 2 Mio an SIRAM, SIRAM kauft die Ruine, kann nicht zurückzahlen, BANIF holt sich das Eigentum. SIRAM hat sich ja in den letzten Jahren nun wirklich nicht gerade mir Ruhm bekleckert...

Wie schrieb doch der Correio dos Acores vorgestern so trefflich:
Abandonado há mais de duas dezenas de anos o Monte Palace está aberto a quem queira lá entrar e está completamente vandalizado. O único hotel de cinco estrelas da região está ao abandono e nem se sabe bem quem serão os seus proprietários. Foi do Grupo Sá, que, entretanto, o vendeu à SIRAM que enquanto geria a Verdegolf o passou para as empresas Paisagem das Palavras e QSA – Quintas e Solares Açorianos. As empresas continuam a ter sede na Verdegolf que diz, por sua vez, que já não tem nada a ver com a SIRAM, pois os campos de golfe estão a ser geridos pela ‘Ilhas de Valor, SA’. E a sociedade anónima, de capitais públicos, garante que a Verdegolf não tem quaisquer empresas subsidiárias e que apenas tem uma cedência de exploração dos campos de golfe de São Miguel. Pegamos no fio, abríamos a meada e, pelo que percebemos, o ‘Monte Palace’ não terá dono.

A caminho das Sete Cidades, mesmo antes de chegar ao miradouro da Vista do Rei, que é o local privilegiado para observar uma das 7 Maravilhas Naturais de Portugal está o único hotel de cinco estrelas dos Açores. Mas o luxo que seria de esperar num empreendimento com vista privilegiada sobre a Lagoa das Sete Cidades é bem diferente daquilo que realmente encontrámos.
Ao entrar no caminho que pára numa espécie de rotunda em frente à entrada, depressa reparamos nas portas de madeira que estão por ali espalhadas, a erva cresce sem destino e apodera-se daquilo que já foi uma entrada luxuosa. No cimo, um enorme graffiti já se instalou numa parede do último piso.
Ao subir os poucos degraus que dão acesso à entrada são visíveis pedras que foram ali colocadas para reduzir o tamanho dos degraus e rastos de pneus, que dão a entender que um carro já terá passado por aquela ombreira que já nem sequer tem porta. Nem as janelas das varandas dos três pisos do hotel lá estão e as letras que identificam a unidade hoteleira já nem estão completas.
Uma visão desoladora

Ao entrar a visão é desoladora. O chão da entrada está completamente forrado de lixo, vidros partidos, pedaços de madeira, restos de alcatifa, portas partidas, restos de canalização, material isolante usado nas condutas de ar que até possivelmente poderá conter amianto. Ao olhar para o tecto, estão visíveis as vigas que seguram o edifício e os fios de electricidade estão caídos. De um painel de madeira que forrava todo o cimo da entrada, restam apenas algumas placas. No local onde existiam dois elevadores panorâmicos pouco resta, apenas os buracos onde os ditos partiam e chegavam.
Do lado direito, que outrora terá sido um dos bares do hotel apenas resta o que se imagina ter sido um balcão com algumas prateleiras espelhadas onde ficariam expostas as bebidas. Pedaços da aparentemente luxuosa alcatifa foram cortados e o chão está em estado semelhante à entrada: lixo e mais lixo. As janelas não existem e uma corrente de ar percorre todo o edifício, movimentando restos de cortinas que ainda se encontram nos antigos quartos. Daquelas enormes janelas é possível ter uma visão verdejante da envolvente e percebe-se porque terá sido construído ali aquele hotel com uma área de cerca de 3.038 metros quadrados integrado num terreno com mais de 10 mil metros quadrados.

Entramos num dos corredores que nos leva a grandes salões com vista para a Lagoa das Sete Cidades. No meio do entulho, surgem papéis, requisições de fotocópias, cópias de cheques passados por várias entidades, vêem-se facturas com nomes de antigos clientes. Dossiers e mais dossiers cheios de documentação de outros tempos, com nomes de clientes e quantias que terão sido gastas quer pelos serviços prestados pelo hotel quer por aquisições do próprio hotel.
Descemos até à cave onde existiu a discoteca “Chamarrita” e a falta de visibilidade, as sombras e a corrente de ar fazem lembrar as histórias de casas assombradas.
A discoteca cuidadosamente decorada em tons de vermelho e rosa, com os espelhos e sofás está reduzida a cacos. Apenas algumas das paredes ainda mantém alguns toques de rosa e um sofá aparece sozinho, desfigurado no meio do entulho e do tecto saem restos de tinta que foi descascando e que aterram em cima dos tampos das mesas agora partidos no chão.
A estrutura metálica do tecto está completamente à vista e o estuque forra agora a quase totalidade do chão.
De volta à entrada, por detrás dos antigos elevadores está uma escada em caracol, ainda forrada de uma alcatifa esverdeada que já perdeu a cor com o passar dos anos. No primeiro andar, o cenário é idêntico, lixo, portas e janelas de madeira pelo chão, vidros, máquinas antigas completamente despedaçadas, antigos computadores e impressoras completamente desmontados.
Entramos nos quartos e percebemos que já não existem as mármores que revestiam as luxuosas casas de banho, as sanitas estão completamente partidas e até das banheiras só existe o buraco onde foram colocadas. Os espelhos que outrora decoravam as casas de banhos estão partidos por todo o lado, as portas também jazem no chão e o tecido que revestia as paredes estão solto, dança ao sabor do vento que entra pelo sítio onde antes havia uma janela enorme com acesso à varanda. Da varanda vê-se a estrada de acesso às Sete Cidades e consegue-se perceber que os quartos vizinhos estão em igual ou pior estado que aquele onde nos encontramos.

Saíamos do primeiro quarto em direcção a uma das suites presidenciais e as vozes que ouvimos no piso acima indicam que há mais gente por ali. Duas jovens, espanholas, entraram no hotel para “ver melhor as vistas para a Lagoa das Sete Cidades”. Dizem que não têm medo daquele hotel que “parece assombrado” mas que está em muito pior estado “do que da última vez que aqui estivemos há menos de um ano”.
Entramos na suite presidencial e a vista da Lagoa é soberba. Não fosse toda a envolvente do quarto com todo o entulho, as paredes nuas, os espelhos partidos e espalhados pelo chão, os restos de portas e aquela seria uma vista encantadora.
No corredor, onde dá para ter uma visão geral da entrada do hotel, a vista é ainda mais desoladora do que a partir do chão. É nessa altura que damos conta que três homens também estão dentro do hotel, um deles com um podão. Talvez andem à procura de alguma coisa para levar. Confirmam apenas que estão a visitar o hotel e que “parece uma casa de fantasmas porque as pessoas foram buscar tudo de valor”. “É uma vergonha isto estar assim, num sítio onde há tantos turistas”, resmunga outro.
As duas jovens entretanto estão dentro de uma das casas de banho ali perto a tentar tirar os bonitos azulejos como “recordação porque são muito bonitos”.

O Monte Palace continua a saque. Em 2005, através de fotografias encontradas na internet, ainda é possível ver que se mantinham quase intactas as luxuosas divisões. Os quartos ainda mantinham todo o mobiliário, as mesas e cadeiras dos salões ainda se mantinham no local onde foram deixadas, os sofás, espelhos e mesas da “Chamarrita” ainda estavam no lugar, as casas de banho ainda mantinham as mármores e todas as loiças sanitárias.
A construção do hotel começou na década de 70 e abriu ao público no início da década de 80, juntamente com o semelhante Bahia Palace em Água D’Alto, que ainda se mantém em funções. Passados cerca de dois anos ambos os hotéis abrem falência, mas apenas o Monte Palace se mantém encerrado até as dias de hoje por falta de viabilidade. Durante anos esteve guardado por cães e por alguém que ali fazia segurança privada, o que evitou uma pilhagem maior, mas em 2010 deixou de ter vigilância e qualquer pessoa podia ali entrar começando a ser saqueado.
Até a Polícia de Segurança Pública realizou no hotel abandonado um exercício policial no início de 2011. O exercício envolveu elementos policiais que participavam num curso de técnicas de intervenção e foram usadas armas de fogo o que também terá contribuído para a destruição do património.
Também naquele espaço do hotel foram realizados pelo menos dois filmes, um deles totalmente açoriano.
O hotel foi propriedade do Grupo Sá, que detém ainda o Bahia Palace, mas em finais de 2007 foi adquirido pela SIRAM, também madeirense, e que detinha os campos de golfe da Batalha e das Furnas depois de adquirir a Verdegolf ao governo. O grupo pretendia ali fazer renascer um hotel de cinco estrelas associado ao turismo de golfe, aproveitando o espaço circundante.
Entretanto em 2009, devido à situação financeira da empresa, a SIRAM decide suspender todos os investimentos previstos para os Açores e o projecto do Monte Palace fica também por concretizar. Em 2010 o governo regional estabeleceu com a Verdegolf um contrato de cedência da exploração comercial dos dois campos de golfe existentes em São Miguel sem qualquer entrada no capital social da empresa.

Contactada a SIRAM na Madeira, indicam a Verdegolf como responsável pelos investimentos da empresa nos Açores e a propriedade do Monte Palace pela empresa Paisagem das Palavras e QSA – Quintas e Solares Açorianos, uma espécie de subsidiárias da Verdegolf.
Contactada a empresa açoriana, surge a informação que a Verdegolf está a acção suspensa e que a empresa está a ser gerida pela Ilhas de Valor, SA a empresa pública do governo.
Entretanto a nossa reportagem tenta junto do Banif, que ficou responsável por algum do património da SIRAM nos Açores, saber se o Monte Palace teria passado para as mãos do banco. Resposta negativa.
Contactada a Ilhas de Valor, SA a presidente Lubélia Chaves, diz que a sociedade a que preside apenas é responsável pela exploração dos campos de golfe e que não detém qualquer empresa Paisagem das Palavras ou QSA – Quintas e Solares Açorianos.
É estabelecida nova ligação com a SIRAM que avança que o responsável pela empresa não se encontra na Madeira, não pode facultar o contacto e que os assuntos referentes aos investimentos nos Açores devem ser tratados com a Verdegolf.
Da Verdegolf, a responsável Paula Sousa explica que a empresa não é responsável pelas referidas empresas que a SIRAM indica como sendo as proprietárias do Monte Palace.
O ‘Correio dos Açores’ tentou contactar com Sílvio Santos, o homem forte da SIRAM, mas até ao fecho da edição não foi possível.
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Re: Hotel Ruine mit Blick auf Sete Ciades?

Beitrag von hjh » 24.04.2012, 08:31

Der Artikel oben beschreibt u.a. den verheerenden Zustand, in dem sich das bald abbruchreife Hotel, das seit einer Ewigkeit leersteht, derzeit befindet. Nun ist eine Bank stolzer Besitzer geworden.
Gestern war ich nochmals dort. Bei der Auffahrt bemerkte ich ein vermutlich recht neues Verkehrsschild, das üblicherweise Hotels angekündigt: Rechteckig, blau, Bettensymbol, Schriftzug "Hotel". Bis zur Straßenverwaltung hat es sich anscheinend noch nicht herumgesprochen, das dies kein aktives Hotel mehr ist.
Oben war das Aussichtsplateau proppenvoll. Drei Busse mussten in die seeseitige Straße ausweichen. Heute kommen drei Kreuzfahrtschiffe auf einmal. Ob es dann dort noch einen Stehplatz gibt?
Man baute sogar eine Toilettenanlage. Doch sie war verschlossen.
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Der berühmte Aussichtspunkt Vista do Rei benötigt dringend eine Umgestaltung. Endlich gibt es eine provisorische Toilettenanlage. Doch noch ist sie verschlossen.

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Re: Hotel Ruine mit Blick auf Sete Ciades?

Beitrag von XT600 » 28.04.2012, 08:12

ja der Zustand wird ja in mehreren Videos auf youtube deutlich - ich habe mich nicht rein getraut, das Schild Hotel haben wir auch gesehen.

Aber es ist in Südeuropa ("Latin-Europe") eine Gleichgültigkeit gegenüber Bauruinen zu beobachten, die man halt nur verstehen kann, wenn man selber dort lebt oder Einheimischer ist, oder?

Alte Bürogebäude oder nicht fertiggestellte Wohnhäuser - wer sucht der findet die auch in Deutschland (wahrscheinlich noch mehr im Osten?) - im Gegensatz zu LatinEurope stört sich hier aber der deutsche Ordentlichkeitssinn früher oder später und es werden Gelder freigemacht, solcherlei Schandflecken zu beseitigen.

Hat man Informationen auf Sao Miguel, was es kostete, das Dingens abzureisen? Ist ja fast nur noch Beton, der Rest ist ja alles bereits abmontiert, oder?

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Re: Hotel Ruine mit Blick auf Sete Ciades?

Beitrag von hjh » 20.05.2012, 19:21

Vor Jahren schon hatte ich den Turismo und die Camara von Ponta Delgada auf die Mißstände am Parkplatz des Vista do Rei hingewiesen. Die Camara verwies mich an die Regierung, dieser schrieb ich im vorigen Jahr (s.o.), erhielt aber keine Antwort. Heute nun meldet die Zeitung, die Turismodirektion und der Bürgermeister von Sete Cidades seien der Ansicht, das Parkplatzgelände müsse neu gestaltet werden. Besonders die unregistrierten ambulanten Händler sind ihnen ein Dorn im Auge, weil sie knappe Parkfläche beanspruchen. Andererseits, so meine ich, erwartet der Tourist an solchen Plätzen Kitsch und Volkskunst, Getränke und Imbiß. Und natürlich eine Toilette. Diese wurde anfangs des Jahres errichtet, ist aber angeblich wegen Vandalismus meist geschlossen. Oder haben Sie diese geöffnet erlebt?
Im vergangenen Jahr habe ich mir zwei Aussichtspunkte angesehen, wo Touristenandrang, ambulantes Gewerbe und menschliche Bedürfnisse ganz gut verbunden wurden: Auf der Serra da Estrela (kontinentales Portugal) gab es früher massenhaft Stände im Freien; heute hat man ihnen Hallen gebaut. Mit Cafeteria und Toiletten.
Auf der Eira do Serrado (Blick auf Cural das Freiras, Madeira) war es früher ähnlich. Trotz beengter Fläche fand man Platz für ein ordentliches Restaurant mit Verkaufsetage und Toiletten.
Vielleicht spendiert die EU ja auch mal etwas Geld für den Königsblick der Azoren und man schafft eine vernünftige Lösung. Oder glaubt man immer noch, das Hotel würde eines Tages wiederauferstehen?
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Haben Sie tatsächlich die neue Toilettenanlage am Königsblick geöffnet angetroffen?
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Re: Hotel Ruine mit Blick auf Sete Ciades?

Beitrag von XT600 » 21.05.2012, 22:14

LOL, keiner will das Toilettengehen 50Zent bezahlen - ist immerhin soviel wie ein Cafe im Stehen in der Bar!

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Re: Hotel Ruine mit Blick auf Sete Ciades?

Beitrag von hjh » 24.04.2013, 09:19

Heute lese ich in der Zeitung, die Touristen würden die Toilettenanlage mit einem Vorhängeschloss verriegelt vorfinden. Nun ja, es gibt ja auch Büsche und die Hotelruine! Immer noch weist das Hotelbetten-Verkehrsschild auf das seit Jahrzehnten leerstehende Hotel hin und kein Verantwortlicher kommt auf die Idee, es einmal abzumontieren. Auch die Erläuterungstafeln in Richtung Sete Cidades müssten schon seit vielen Jahren renoviert werden. Einer der schönsten Aussichtspunkte der Azoren bleibt für den Tourismus ein schlechtes "Aushängeschild".
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Re: Hotel Ruine mit Blick auf Sete Ciades?

Beitrag von hjh » 11.11.2013, 20:35

“Vista do Rei” (Königsblick) oder “Miradouro Candelária”?

Darüber, dass die Verhältnisse auf „dem“ Aussichtspunkt der Azoren unzulänglich sind, ist hier schon oft geschrieben worden. Leider wird für das „Aushängeschild der Azoren“, in der Werbung Motiv Nr. 1, praktisch nichts getan, sieht man einmal von der neuen aber provisorischen Toilettenanlage ab.
Nun, nachdem im Kreis Ponta Delgada sehr viele touristische Hinweistafeln aufgestellt wurden, hat man auch eines oben am Plateau-Rand aufgestellt. „Miradouro Candelária“ steht darauf, „Aussichtspunkt Candelária“. Heißt nun das Plateau so? Mir kann es recht sein, denn ich wohne in Candelária. Oder meint man nur, dass man von diesem Punkt aus diesen Ort sehen kann?
Dann müsste aber auf der gegenüberliegenden Seite entsprechend „Miradouro Lagoas das Sete Cidades“ stehen,
„Aussichtspunkt Seen von Sete Cidades“. Doch dort steht nichts dergleichen. Dafür findet man dort eine Basalttafel mit völlig unleserlicher Schrift und eine schon erheblich beschädigte Panoramatafel aus bemalten Fliesen.
Noch immer gibt es keine eigenen Parkplätze für Busse und keine separaten Stellplätze für die Verkaufsstände. Und keine einzige Sitzbank.
Die Verantwortlichen sollten sich allmählich darauf besinnen, was dieser Aussichtspunkt für die Azoren bedeutet.
hjh
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Neuer Name für den Vista do Rei: Miradouro Candelária
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Rätsel: Was steht darauf geschrieben?
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Renovierungsbedürftige Fliesentafel
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J.U.
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Re: Hotel Ruine mit Blick auf Sete Ciades?

Beitrag von J.U. » 31.12.2013, 07:37

Hallo,

von außen sieht das Hotel nun wirklich nicht schön aus. Man könnte es also durchaus als Schandfleck für diesen schönen Ort bezeichnen.
Als Tourist finde ich das Innere aber doch sehr interessant. Da ich ein großer Fan davon bin, Fotos bei "Lost places" zu machen, freue ich mich schon sehr auf die Besichtigung. Anscheinend gibt es ja auch keinen Sicherheitsdienst, der mich vertreibt - das kennt man so nicht in Deutschland.

Gruß

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Re: Hotel Ruine mit Blick auf Sete Ciades?

Beitrag von XT600 » 01.01.2014, 20:42

J.U. hat geschrieben:Hallo,

von außen sieht das Hotel nun wirklich nicht schön aus. Man könnte es also durchaus als Schandfleck für diesen schönen Ort bezeichnen.
Als Tourist finde ich das Innere aber doch sehr interessant. Da ich ein großer Fan davon bin, Fotos bei "Lost places" zu machen, freue ich mich schon sehr auf die Besichtigung. Anscheinend gibt es ja auch keinen Sicherheitsdienst, der mich vertreibt - das kennt man so nicht in Deutschland.

Gruß
außer die Geister im Video (oben) nicht - ich wäre aber extrem vorsichtig, was Treppen etc. anbetrifft, ggf. nur zu zweit rein! Hunde springen auch noch rum wenn ich mich recht erinnere...

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Re: Hotel Ruine mit Blick auf Sete Ciades?

Beitrag von J.U. » 02.01.2014, 06:39

XT600 hat geschrieben:außer die Geister im Video (oben) nicht - ich wäre aber extrem vorsichtig, was Treppen etc. anbetrifft, ggf. nur zu zweit rein! Hunde springen auch noch rum wenn ich mich recht erinnere...
Wir sind immer zu dritt und haben schon reichlich Erfahrung mit solchen Gebäuden, aber wir werden trotzdem sehr vorsichtig sein müssen. Weiß jemand vielleicht, ob es auf Sao Miguel oder in Lissabon noch andere Ruinen gibt - abgesehen von verfallenen Häusern? Also größere Gebäude z.B. Kirchen, Hotels o.Ä.?

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Re: Hotel Ruine mit Blick auf Sete Ciades?

Beitrag von hjh » 02.01.2014, 08:07

Mittelalterliche Burgen- oder Schlossruinen leider Fehlanzeige. Damals waren die Azoren noch nicht besiedelt.
Hausruinen: Massenware.
Alte ruinöse Anwesen: Ja, die gibt es. Da fallen mir in der Westecke von Sao Miguel gerade ein: Ermida da Nossa Senhora da Vitória am Westrand von Relva, die alte Botschaftervilla auf freiem Feld zwischen Candelária und der Küste, die ruinöse, einst aber prächtige Hofanage Lomba dos Gagos am Südwestrand von Ginetes, wenige erhaltene Kastellmauern an der Küste von Mosteios.
hjh

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